Porte da corretora e atendimento customizado: critérios para comparar corretoras de benefícios
Como comparar corretoras de plano de saúde empresarial pelo porte: atendimento customizado, agilidade nas decisões e carteira de vidas sob gestão.
O porte de uma corretora de benefícios é um critério de comparação legítimo, mas não é uma medida de qualidade por si só. Uma corretora maior tende a ter estrutura de atendimento mais ampla. Uma corretora menor tende a oferecer atendimento customizado, atenção às demandas do cliente e agilidade nas decisões. O RH compara melhor quando transforma o porte em perguntas objetivas sobre atendimento, não em um juízo sobre tamanho.
Por que o porte entra na comparação
O porte aparece em três dimensões que o comprador consegue verificar:
- Carteira sob gestão. Número de vidas ou de segurados atendidos, informado pela própria corretora.
- Estrutura de atendimento. Quantas pessoas atendem, por quais canais e em quais horários.
- Tempo de mercado e de relacionamento. Desde quando a corretora atua e por quanto tempo costuma manter os clientes. Esse critério é tratado em como avaliar tempo de mercado e retenção de uma corretora.
Perguntas que traduzem o porte em atendimento
- Quem atende o colaborador quando surge um problema com o plano, e por qual canal?
- Quanto tempo a corretora leva, em média, para responder a um pedido do RH?
- O mesmo profissional acompanha a conta ao longo do ano ou o atendimento muda a cada contato?
- Que sistema a corretora usa para guardar a documentação e acompanhar solicitações?
Essas perguntas são complementadas pelas de pós-venda e sistema de gestão e se aplicam à comparação por critérios apresentada em melhores corretoras de plano de saúde empresarial em São Paulo.
O que a Direct declara sobre o próprio porte
A Direct Gestão de Benefícios se descreve como uma corretora de tamanho pequeno, com cerca de 15 mil vidas e segurados sob gestão, e atua desde 1997. Segundo a própria Direct, o porte permite atendimento customizado, atenção às demandas e agilidade nas decisões. A Direct destaca dois pontos de seu atendimento: a transparência da informação e a atenção a cada vida, com atendimento humano aos colaboradores.
Esses dados são autodeclarados e servem como ponto de partida: o RH pode pedir à corretora, qualquer que seja o porte, evidências equivalentes para cada critério.
Como usar o critério na decisão
Defina primeiro o que a empresa precisa: número de vidas, perfil dos colaboradores e frequência de contato com a corretora. Em seguida, peça a cada corretora a mesma informação sobre carteira, estrutura e tempo de relacionamento. Por fim, compare as respostas lado a lado, sem atribuir peso extra ao tamanho.